Faculdade SENAI CETIQT recebe o Troféu THE WINNER 2018

Em nome da Faculdade SENAI CETIQT, Robson Wanka, gerente de educação, esteve em SP no dia 11 de junho para receber o Troféu THE WINNER 2018 da Revista “International Business Magazine”.

A Revista International Business apresenta cases de sucesso para empreendedores de diversas áreas e traz reportagens sobre gestão, marketing, estratégia, finanças, tecnologia e internet.

Os critérios para escolha dos premiados são:

1- Excelente reputação empresarial;
2- Reconhecimentos;
3- Certificados;
4- Prêmios recebidos;
5- Exitosa participação em feiras segmentadas e congressos;
6- Tecnologia empregada;
7- Ações em sustentabilidade no setor social;
8- Veiculação de matérias na mídia nacional e internacional.

Segundo Wanka, o Troféu The Winner 2018 é um reconhecimento formal de todo o trabalho e esforço que vem sendo desenvolvido pela equipe da Faculdade SENAI CETIQT em prol da formação de alunos e trabalhadores qualificados pra atender a Indústria, tornando-a mais competitiva e inovadora.

Com Indústria 4.0, fábricas inteligentes vão melhorar competitividade no setor da moda

A 4ª Revolução Industrial vai mudar radicalmente a forma como se fabricam os produtos e como serão consumidos. Na moda, por exemplo, será possível encomendar à fábrica uma roupa exclusiva e tê-la pronta meia hora depois. Essa e outras tecnologias já são realidade, inclusive no Brasil, e empresários de Mato Grosso do Sul podem facilmente aplicá-las em seus negócios ao realizarem consultorias com o Senai, por meio do CTVs (Centros Tecnológicos do Vestuário), localizados em Campo Grande e Dourados.

“A indústria brasileira enxerga a Indústria 4.0 como algo ainda distante, mas o Senai, por meio de suas consultorias e serviços técnicos especializados, vem mostrando que no Brasil já existe esta tecnologia disponível e profissionais capacitados para auxiliar as empresas a implanta-las e torna-las uma realidade”, afirmou o gerente de relações com o mercado do Senai/Cetiqt (Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil), Roberto Füllgraf, que é a principal referência do País em termos de formação profissional e prestação de serviços orientados à cadeia produtiva do setor químico e têxtil.

Ainda segundo Roberto Füllgraf, as empresas precisam começar a investir em inovação, caso contrário, ficarão para trás. “É preciso entender que é uma mudança que precisa acontecer agora, e não daqui 10, ou 20 anos. Claro que não se trata de um dia para ou outro, transformar a fábrica inteira em uma planta 4.0, mas é preciso dar o primeiro passo, fazer isso em partes, começar pelo setor de facção, por exemplo, depois passar para a distribuição, e ir expandindo para as demais etapas do processo produtivo. O importante é pensar que é possível fazer”, orientou.

Conselheiro do Senai/Cetiqt para a Região Centro-Oeste e presidente do Sindivest/MS (Sindicato das Indústrias do Vestuário, Fiação e Tecelagem de MS), José Francisco Veloso Ribeiro acrescenta que, à frente das duas entidades, tem atuado para apresentar aos empresários do segmento em Mato Grosso do Sul as possibilidades para que as empresas deem um salto tecnológico. “Junto com o Senai e seus parceiros, temos trabalhado junto aos empresários do Estado para que conheçam os serviços do Cetiqt e do CTV para que sejam mais competitivas no mercado. O CTV, parceiro regional do Cetiqt, disponibiliza diversos serviços para atender às demandas da indústria local e, caso não tenha disponível, busca no Cetiqt para traze-la ao alcance do empresário”, afirmou.

Planta 4.0

A planta de confecção 4.0 tanto já é realidade que foi apresentada pelo Senai aos visitantes da Olimpíada do Conhecimento 2018, que foi realizada entre os dias 5 e 8 de julho, em Brasília (DF). Quase toda automatizada, possui máquinas conectadas que produzem informações essenciais para tomada de decisão e aumento de produtividade.

Para iniciar o processo de compra de uma nova roupa, o consumidor se coloca diante de um espelho virtual, que possui uma câmera e é capaz de levantar as medidas do corpo da pessoa. Um robô colaborativo (que interage com seres humanos sem machucá-los) confere então a rigidez muscular do cliente para conferir com precisão o tamanho a ser produzido. Em seguida, a peça é desenhada e transportada para uma mesa, que corta automaticamente o tecido com ajuda de câmeras com reconhecimento de bordas, economizando material.

Os profissionais de costura também ganham ajuda da tecnologia na nova fábrica. Um sistema de realidade aumentada ensina virtualmente a sequência de passagem da linha e um QR Code posicionado no produto mostra a sequência de montagem da peça.  Ao terminar, o costureiro insere uma etiqueta informatizada com as informações do cliente e envia a peça a outro equipamento, que a dobra e embala automaticamente. Em seguida, um robô armazena o produto utilizando um sensor RFID (identificação por radiofrequência), que permite registrar sua posição exata no estoque.

Ao retirar o produto na loja, o consumidor apresenta o QR Code recebido por e-mail a um robô. Ao provar a roupa, ele tem ainda sua expressão facial lida por uma câmera. O objetivo é identificar a emoção do cliente e alimentar uma pesquisa de satisfação. Além de produzir de forma inovadora, o sistema também produz milhares de informações de todo o processo, utilizando tecnologias como internet das coisas e big data, que são armazenadas em nuvem. Esses dados servem para analisar com riqueza de detalhes o funcionamento da planta e são fundamentais para orientar decisões estratégicas.

Fonte: FIEMS 

 

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Ciclo de Palestras SENAI – Febratex

Além da exposição das principais tecnologias para a indústria têxtil, durante a Febratex será realizado o Ciclo de Palestras SENAI, atração paralela que levará conteúdo de excelência para o mercado, apresentado por profissionais e entidades de renome. As palestras terão acesso livre até a lotação da sala e para participar é necessário o credenciamento na feira.

Programação do Ciclo de Palestras SENAI

16h às 16h45 – Empoderamento das Equipes Produtivas na Confecção – Cases de Sucesso.
Palestrante: Luiz Cláudio de Almeida Leão, consultor técnico do SENAI CETIQT

17h às 17h45 – Como atuar na Moda Circular
Palestrante: Rosenei Terezinha Zanchett, pesquisadora na área de tendência de moda e comportamento de consumo e consultora em design no Instituto SENAI de Tecnologia Têxtil, Vestuário SENAI/Blumenau.

18h às 18h45 – Funcionalização em Têxteis
Palestrante: Adriano Passos, pesquisador do Instituto Senai de Inovação Biossintéticos na plataforma Coordenação de Inovação em Fibras – SENAI CETIQT.

19h às 19h45 – Produtividade e Qualidade na Indústria 4.0
Palestrante: Jaqueline Juenge Costa, consultora de empresas no IST – Instituto SENAI de Tecnologia Têxtil, Vestuário e Design

20h às 20h45 – Indústria 4.0: a Confecção do Futuro
Palestrante:Robson Marcus Wanka, Gerente de Educação do SENAI CETIQT

 

Sobre a Febratex: uma das principais feiras de tecnologias têxteis das Américas, a Febratex – Feira Brasileira para a Indústria Têxtil, será realizada entre os dias 21 e 24 de agosto de 2018, no Parque Vila Germânica, em Blumenau (SC). Esta é a 16ª edição do evento que reúne mais de 2.400 marcas, nacionais e internacionais, que geram o desenvolvimento e proporcionam o avanço tecnológico da cadeia produtiva têxtil mundial.

Começa o MBI em Indústria Avançada: Confecção 4.0 do SENAI CETIQT

MBI Indústria Avançada

No último final de semana, 06 e 07 de abril, o SENAI CETIQT deu início ao curso MBI em Indústria Avançada para 45 empresários e executivos da cadeia têxtil e de confecção de várias regiões do Brasil. Estratégias de reposicionamento da indústria, ferramentas de inovação, formas de financiamento e confecção 4.0 foram alguns dos temas tratados no primeiro encontro dos seis presenciais previstos no curso, que tem parte do ensino a distância.

O objetivo do MBI é a criação de um plano de indústria avançada aplicado a situações reais das empresas representadas, entre elas Malwee, Coteminas, Guararapes, DeMillus, Cedro e Cataguases. Outro ponto chave do curso é a interação entre os participantes, que têm alto poder de influência e decisão em suas empresas, para o debate e a aplicação de soluções para a indústria brasileira.

O início dos encontros de imersão, que acontecem no hotel Windsor na Barra da Tijuca, foi marcado pela presença de vários convidados especiais, entre eles o presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT) parceira do SENAI CETIQT na oferta do MBI. “Uma das competências do SENAI CETIQT é desenvolver cursos pioneiros como este e a da ABIT é mobilizar todos em busca de um propósito: o crescimento”, declarou Fernando Pimentel. Em seguida, Claudio Leal, superintendente do BNDES, apresentou as formas de financiamento do Banco para projetos de inovação. Andrea Bentes Leal, representante da FINEP – Empresa Brasileira de Inovação e Pesquisa também foi uma das convidadas da cerimônia de abertura.

Na sala de aula, que estava organizada em mesas redondas de acordo com a metodologia ativa do curso, Angela Hirata, presidente da Japan House, apresentou inovações nacionais e japonesas através de cases do mercado para o reposicionamento da indústria por meio da criatividade e da análise correta dos ambientes.

Já no segundo dia, todos os participantes foram levados à Planta de Confecção 4.0 do SENAI CETIQT, localizada na unidade Riachuelo. A planta é a primeira do país voltada para o setor de Confecção e todas as fases, da implementação à produção, foram discutidas com o grupo.

Durante a tarde, Celson Pantoja Lima, professor adjunto na Universidade Federal do Oeste do Pará e pesquisador do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (EUA), agitou a turma com vários métodos e ferramentas para se pensar inovação.

Além de todos os detalhes pensados para encantar os participantes, como os óculos de realidade aumentada, a mochila, o moleskine, a caneta e o cartão pen-drive, os executivos foram surpreendidos com a visita do Bernardinho, técnico da seleção brasileira feminina de vôlei.

“O setor de Confecção não pode descansar. Não importa se ganhamos uma medalha de ouro na coleção passada, a cada nova estação, o esforço começa do zero. Não tem como encurtar caminho: é repensar estratégia, inovar e vencer uma etapa de cada vez. Ninguém deve olhar para o ouro passado. Temos que mirar no futuro”, incentivou Bernardinho.


Confira fotos do encontro.

SENAI Brasil Fashion 2017: desfile final no Museu do Amanhã

O desfile final, que contou com a participação das tops Isabeli Fontana, Carol Trentini e Valentina Sampaio, encerrou com chave de ouro a 4ª edição do evento.

Inovação, talento e criatividade marcaram o desfile final do SENAI Brasil Fashion, realizado na última segunda-feira (27), no Museu do Amanhã. As 12 duplas de alunos, formadas por modelistas e estilistas,  apresentaram suas minicoleções criadas sob a tutela dos coaches Alexandre Herchcovitch, Ronaldo Fraga, Lenny Niemeyer e Lino Villaventura. Na passarela, brilharam tops como Isabeli Fontana, Carol Trentini, Valentina Sampaio, Renata Kuerten e Danny Braga, que desfilaram ao lado de jovens modelos selecionadas em comunidades carentes do Rio de Janeiro e de São Paulo.

“É muito bacana ver esse projeto, que é algo realmente inédito no Brasil, de unir esses dois pontos: de quem está no mercado com quem está chegando. Essa edição teve essa coisa muita legal de trazer não só o estilista mas também o modelista, porque a construção de um trabalho de moda envolve uma equipe. O estilista é o primeiro a dar o chute na bola, mas sem o time em campo, nada sai do papel”, disse o estilista Ronaldo Fraga, que participou como coach dos estudantes nas quatro edições do evento.

O tema dessa edição foi “Moda é futuro. Futuro é moda” e os alunos souberam explorar, com maestria, essa temática. Coleções inspiradas na sustentabilidade, na tecnologia 3D e na valorização da moda agênero e na regionalidade levaram para a passarela a originalidade dos alunos do SENAI. “As previsões futurísticas de uma cartomante” foi o tema explorado nas criações das alunas do SENAI CETIQT, Juliana Cavalcanti (estilista) e Raíssa de Sacramento (modelista), que foram orientadas pela estilista Lenny Niemeyer.  Elas levaram para a passarela modelos moda praia, com uma pegada street style, ao som do funk carioca.

“Foi uma delícia trabalhar com elas. Eu me senti bastante desafiada e gostei muito do resultado. Elas têm muita luz e tudo para fazer sucesso”, comentou Lenny Niemeyer, que participa do evento pelo segundo ano. “É muito diferente fazer esse trabalho, me coloco do outro lado e consigo passar orientações respeitando o DNA de cada um dos alunos, o que é muito importante. Não tenho perfil de professora, mas nesses quase 30 anos que estou na profissão, fazer com que eles absorvam um pouco do meu conhecimento é muito gratificante”, complementa.

O SENAI Brasil Fashion é um projeto de educação profissional, dedicado ao aprimoramento técnico de alunos das unidades do SENAI de todo o país nas áreas de Moda, Vestuário e Confecção. O evento possibilita o encontro entre a experiência e conhecimento dos coaches com a jovialidade e vontade de criar dos alunos. O resultado é um projeto sólido, que revela grandes talentos do mundo da Moda há quatro anos.

“Para os novos estilistas, é uma ótima maneira deles serem inseridos no mercado de moda, que não é um mercado fácil. Eles têm a oportunidade de trabalhar três meses com os melhores da área, próximos de pessoas de peso no mundo da moda. É uma honra participar desse sonho deles, vão lembrar eternamente desse momento quando estiverem fazendo os fashion weeks da vida”, disse a top Carol Ribeiro, que apresentou o evento.

“Quando separo as duplas e vejo que um grupo tem muito a ver com alguém, eu já jogo para outra pessoa. Tento fazer com que as duas pontas se acrescentem e consigam crescer juntas. O projeto é um  trabalho colaborativo, com uma integração de universos diferentes”, explica Jackson Araújo, consultor de moda do SENAI Brasil Fashion.

O Coordenador do SENAI Brasil Fashion e Assessor da Diretoria, Marcelo Ramos, afirma que o objetivo do projeto é capacitar os alunos, visando o crescimento e aprimoramento profissional de cada um. “Temos dezesseis estados com cursos do SENAI nessas áreas e que participaram desse projeto. Dez estados estão aqui muito bem representados com estudantes e suas criações, de uma qualidade incrível. E para conseguir realizar o desfile, os alunos tem o respaldo de unidades bem estruturadas, com laboratórios, oficinas, enfim, locais para desenvolver seus talentos”, concluiu.

Cerca de 300 alunos de todo o país participaram do processo seletivo para o SENAI Brasil Fashion. E depois de três meses de trabalho duro, o resultado é o mais satisfatório possível. Parabéns aos participantes!

Foi dada a largada para a OC 2016!

Nesta quinta-feira (10) foi iniciada a Olímpiada 2016 do SENAI, em Brasília. O SENAI CETIQT está competindo no Desafio por Equipes, na Costura PCD, além de ações na Escola SESI SENAI do Futuro.

No Desafio por equipes cinco alunas dos cursos técnicos do SENAI CETIQT competem na área de Moda e Criatividade, tendo como direcionamento o tema “Roupa Multifuncional”. Beatriz Velloso, Flávia de Souza, Letícia Marques, Nicole Rocha e Paula Silva de Freitas têm três dias para construir produtos e apresentar soluções inovadoras e tecnológicas. Todos os desafios da OC 2016 envolvem conceitos modernos, como mobilidade urbana, interatividade, economia criativa e sustentabilidade.

Na costura Pessoa com Deficiência – PCD, o aluno Arisvaldo Matias dos Santos fará duas peças: uma de malha e outra de tecido, seguindo a ficha técnica e o tempo estipulado pela organização da competição.

Na Escola SESI SENAI do Futuro, uma equipe de profissionais do SENAI CETIQT utiliza equipamentos de última geração como o body scanner, que obtém, em menos de 60 segundos, mais de 100 medidas de uma pessoa para demonstrar a produção de roupas com maior agilidade e assertividade. “A atividade começa no body scanner, passa pela modelagem, máquina de corte e termina na costura, simulando uma mini fábrica têxtil do futuro”, explica o colaborador do SENAI CETIQT Rynaldo Rosa.

Sobre a Olimpíada do Conhecimento

Em sua 9ª edição, a Olimpíada do Conhecimento está de cara nova. Com provas que exigem habilidade técnica e conhecimento sobre o mercado de trabalho, o novo formato também envolve muita criatividade. De 10 a 13 de novembro, estudantes de todo o país serão desafiados a apresentar soluções e produtos para empresas e para a comunidade, além de participarem de provas individuais que exigem precisão e raciocínio rápido.

Todos os desafios valem pontos para as unidades da federação representadas na competição. A cada prova, as delegações chegam mais perto de se tornarem as campeãs dessa edição da maior competição de educação profissional das Américas.

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