Chamada Temática Pilotos IoT

INOVAÇÃO TECNOLÓGICA PARA INDÚSTRIAS DE QUALQUER PORTE

Projetos com até 36 meses de duração.
Valor mínimo do Plano de Inovação: R$ 1 milhão.

Objetivos da Chamada Temática:

  • Empresas ou consórcio de empresas interessadas em explorar as tecnologias criadas/testadas no testbed;
  • Acelerar a difusão de tecnologias relacionadas à Indústria 4.0 em PMEs;
  • Reduzir os riscos e custos de implantação e de novas tecnologias no ambiente fabril;
  • Evitar interromper a linha de produção nas empresas;
  • Reproduzir as condições operacionais de forma otimizada.

Quem pode participar?

Empresas industriais de qualquer porte ou startups de base tecnológica, com CNPJ ativo.

Requisitos para elegibilidade das empresas industriais:

  • Possuir CNAE primário industrial, segundo a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) de acordo com a lista de CNAEs disponibilizada no site do edital.
  • Caso o CNAE primário não seja industrial, a EP deve ser contribuinte do SENAI. Neste caso, os comprovantes de pagamento da contribuição compulsória ao SENAI referentes aos últimos três meses anteriores ao resultado da Chamada, devem ser anexados ao plano de projeto

Requisitos obrigatórios do Plano de Inovação:

  • Valor mínimo do Plano de Inovação: R$ 1 milhão;
  • O apoio conjunto BNDES / SENAI-DN / EMBRAPII poderá atingir até 50% do investimento total. O uso deste recurso seguirá critérios próprios de cada uma das instituições;
  • O restante dos recursos deverá ser aportado pela empresa e/ou provir do ISI/SENAI-DR, a título de contrapartida econômica;
  • Podem ser utilizados instrumentos de crédito do BNDES nos recursos de contrapartida;
  • Os itens apoiáveis respeitarão as regras de cada instituição parceira;
  • O prazo de execução dos Planos de Inovação: até 36 meses.

Consulte o regulamento ou entre em contato com o Instituto Senai de Inovação em Biossintéticos do SENAI CETIQT:

Ricardo Cecci
rrcecci@cetiqt.senai.br
+55 21 3812 5809

Resultados do vestibular 2019.1

Confira abaixo os resultados das provas agendadas do vestibular 2019.1 do SENAI CETIQT.


Não perca sua vaga: realize a sua matrícula na Secretaria Acadêmica!

SENAI CETIQT inaugura primeiro laboratório do país para experimentação tecnológica no setor da moda

Inauguração do Fashion Lab será no dia 18 de dezembro, no Rio de Janeiro

Imagine um espaço aberto e colaborativo para a realização de experimentos que utilizem tecnologias inovadoras destinadas à indústria da moda. Este é o Fashion Lab, que o SENAI CETIQT lança no dia 18 de dezembro na Unidade Riachuelo, no Rio de Janeiro.

A ideia é que o Fashion Lab seja utilizado por todos os elos da cadeia têxtil e de confecção. São 400m² de área, destinada à criatividade e inovação. No espaço, haverá impressoras 3D e 4D multimateriais, cortadora a laser, cortadora de vinil, fresadora de alta precisão, máquina de costura de ultrassom, plotter da Audaces; além de outros recursos para planejar, desenvolver, construir e validar novos projetos e produtos. Será possível realizar projetos de manufatura aditiva, fabricação digital para desenvolvimento de produtos, acessórios, aviamentos, calçados, entre outros.

No Fashion Lab os usuários contarão também com uma área de ‘Simulação de Ponto de Vendas’. Em um ambiente de realidade virtual, será possível pensar estratégias de comercialização e interação entre consumidor, produto e marca.

“Teremos um ponto de vendas híbrido, onde em uma vitrine digital será possível fazer simulações virtuais para exposição de produtos nos pontos de venda, a fim de ampliar o engajamento e a experiência de compra de um e-commerce ou loja física, por exemplo”, conta Angélica Coelho, consultora técnica em Moda do SENAI CETIQT.

Já em outro ambiente ficará a Fábrica Modelo, com maquinário completo e novas tecnologias para experimentação de técnicas mais enxutas de confecção. Neste espaço, serão ofertados serviços como aplicação dos conceitos Lean, fluxo contínuo, estudo de tempos e métodos, balanceamento da célula, menor desperdício, maior produtividade; além de integração dos processos, padronização do produto com qualidade assegurada, confiabilidade nos processos, menor índice de não conformidade devido a otimização dos métodos, entre outras questões.

“Com o Fashion Lab e a Fábrica Modelo, a indústria não precisa parar sua produção para explorar um novo produto ou pensar em um novo nicho de atuação. Nós do CETIQT daremos todo o suporte para isso. Conseguimos, por exemplo, desenvolver um novo material ou uma nova aplicabilidade para uma matéria prima, juntamente com o Instituto SENAI de Inovação, dentro dos equipamentos do Fashion Lab. Conseguimos também pensar soluções inovadoras dentro do campo da sustentabilidade e tecnologia, tanto na área de comercialização quanto de desenvolvimento e produção do produto”, explica o gerente do Instituto SENAI de Tecnologia em Têxtil e Confecção do SENAI CETIQT, Fabian Diniz.

O ambiente terá também um espaço de co-working, onde profissionais, empresas e estudantes do SENAI CETIQT (ativos e egressos) poderão trocar experiências e até mesmo encubarem uma ideia, seja para o desenvolvimento de soluções, novos produtos, ou estratégias de sustentabilidade, por exemplo.

No local haverá ainda a ‘Arena Central’, um espaço com tela de projeção 360°, para debates, palestras e apresentações de projetos em inovação.

“Um laboratório aberto é uma novidade para o setor, que atua muito dentro das confecções, como que guardando segredos industriais a sete chaves. Estamos incutindo uma nova mentalidade, de colaboração, justamente neste momento de dificuldade econômica. Aproveitando a expertise de diversos profissionais, conseguimos assim um setor mais fortalecido”, conclui Diniz.


Serviço

Inauguração Fashion Lab SENAI CETIQT
Data: 18/12/18
Horário: 15h
Local: Rua Magalhães Castro, 174. Riachuelo

Alunos do SENAI CETIQT apresentam suas futuras biostartups para empresários

Alunos do SENAI CETIQT e empresários se encontraram, no dia 22/11, na Unidade Riachuelo, para a apresentação final dos nove projetos focados no segmento têxtil e de confecção, elaborados a partir do Projeto Biostartups Moda, realizado em parceria com o Sebrae/RJ. Durante seis meses, equipes multidisciplinares, formadas por alunos e egressos dos cursos técnicos e das graduações de Design de Moda, Engenharia Química e de Produção, orientadas por professores da instituição, desenvolveram soluções com temas ligados a produtos inteligentes e resíduos têxteis. Os participantes também tiveram treinamentos sobre Business Model Generation, Lean Startups, Design Thinking e Customer Development.

“O projeto foi criado buscando identificar soluções ecoinovadoras para responder às tendências do mercado globalizado, aumentando a produtividade, a competitividade e a sustentabilidade da cadeia produtiva da moda. Os alunos receberam orientações tecnológicas nas plantas e laboratórios do SENAI CETIQT, o que enriqueceu muito o aprendizado e o desenvolvimento das futuras startups”, afirma o coordenador do projeto e de Inovação Educacional do SENAI CETIQT, Bernardo Queiroz.

A coordenadora de moda do Sebrae/RJ, Fabiana Pereira, contou durante o encontro que esse projeto foi feito por muitas mãos. “Nós entendemos que é importante apoiar esse trabalho porque precisamos criar uma ponte entre o que está sendo discutido na universidade, o que realmente a indústria da moda precisa e quais são os desafios dessa indústria. Queremos fazer cada vez mais e melhor, sem causar tantos danos”, comemorou. A iniciativa faz parte de um projeto do Sebrae/RJ chamado “A Nova Era da Moda”, que busca incentivar uma moda mais justa, eficiente e que conviva melhor com o meio ambiente.

As equipes mostraram seus projetos em pitches (apresentação direta e curta, com o objetivo de vender a ideia da startup para investidores) de três minutos. As inovações foram diversas indo desde o desenvolvimento de corantes naturais a partir de resíduos vegetais até a produção de revestimentos de pisos com o reaproveitamento de resina, fibra sintética e pneu.

Uma das empresas parceiras presentes no evento, a diretora do Instituto-e, Nina Braga, parabenizou o SENAI CETIQT pela iniciativa. “A indústria têxtil gera um grande passivo ambiental, por isso, é tão importante que esses jovens, que estão começando a carreira, já comecem a pensar na sustentabilidade. Hoje é comprovado que 20% dos efluentes que saem das atividades industriais provém da indústria têxtil, então, usar tingimentos orgânicos e/ou naturais, por exemplo, é fundamental para diminuir esse índice e, consequentemente, esse passivo ambiental. É uma forma de incentivar uma indústria que é a segunda maior empregadora no Brasil”, ressaltou Nina.

Após as apresentações, os produtos desenvolvidos pelas equipes foram expostos no hall do edifício José Alencar. Nesse momento, os alunos tiveram a oportunidade de explicar mais detalhadamente suas ideias para os investidores, que percorreram conhecendo de perto as inovações. O Diretor da empresa de moda fitness e swimwear Tropical Land, Mario Papadopoulos, que acompanha o projeto desde o planejamento, veio de Petrópolis para conhecer os projetos. “A nossa empresa já faz o tratamento de resíduos como plástico, papelão, tecidos. Hoje, temos um descarte em torno de quatro toneladas de resíduos sólidos por mês e, apesar de já me preocupar com isso há mais de dez anos, ainda tem muito para andar. Os projetos apresentados ainda estão embrionários, mas essa consciência tem que começar no meio acadêmico primeiro”, enfatizou Mario, que deixou ainda um desafio para as próximas edições do projeto: “Precisamos criar biostartups que cuidem dos grandes volumes descartados pelas indústrias”.

Nina Braga, que também é uma das mentoras do Programa de Mentoria do SENAI CETIQT, se disse honrada por ter contribuído com o projeto Biostartups Moda. “O que diferencia o SENAI CETIQT de outras instituições são esses programas e oportunidades que os alunos têm de colocar a mão na massa”, concluiu.

As apresentações contaram com a participação de representantes de diversas empresas como DeMillus, DeLaurentis, Movin, Maria Filó, Pólen, Sai do Papel Incubadora, Toreg, Nidas e Firjan. A apresentação das futuras startups foi apenas o início das ações de empreendedorismo do SENAI CETIQT. Em 2019, a instituição investirá em novos projetos e continuará apoiando os grupos para que se tornem startups, por meio da incubação no Fashion Lab (laboratório aberto que será inaugurado no próximo dia 18/12).

Conheça os projetos das Biostartups que foram apresentados:

Abricó: O projeto tem o objetivo de produzir sapatos de maneira sustentável e ecológica, por meio da reutilização de pneus e outras borrachas, passando por processos químicos. Também é feito o reaproveitamento de tecidos e/ou couro para o cabedal. (Alunos: Vanessa Camacho Bezerra Barros, Amanda Bretas Almeida, Leonardo Ferreira Sabbadim e Vitor Hugo de Oliveira Andrade)

Adere: Produzir pisos a partir da combinação de resina, resíduos de fibras sintéticas e de pneus, que já não fazem parte de uma cadeia produtiva, dando um destino sustentável e proporcionando uma pisada mais segura. (Alunos: Anne Veloso Dias, Ingrid Dantas da Silva, Lisandra Heredia Barbosa, Gabriela dos Santos Correa e Amarillis Marriel dos Santos)

Arte Fato: Artefatos feitos com tecidos de origem naturais que necessitam de pouco beneficiamento e recebem um tingimento natural a partir de resíduos do café. Esse tingimento especial foi desenvolvido com reagentes orgânicos, como a oxidação de metais e materiais culinários, possibilitando mais uma forma de reaproveitamento com parafusos e placas enferrujadas. (Alunas: Nathália de Souza Correa Silva, Ilva Helena Mendes Salgado de Castro, Camila de Góis Alves, Gabrielly da Silva Hage, Bruna Nascimento Mafra da Silva e Beatriz de Moraes Pereira Boechat)

Biocor: Produzir corantes naturais de qualidade com variedade de cores e alto valor agregado, a partir de resíduos vegetais coletados em hortifrútis. O resultando são corantes naturais de custo acessível a todas as empresas que queiram contribuir com a sustentabilidade e reduzir o impacto ambiental. (Alunas: Carine Dias Botelho Benholiel Lopes da Silva, Rafaela Naegele, Marina Mikalauskas Dias e Vanessa Ribeiro de Souza)

Green Palm:  O objetivo é produzir solados/palmilhas por meio de resíduos têxteis gerados pela indústria de moda. Desta forma, os produtos que seriam descartados são reinseridos no ciclo produtivo dando um novo fim aquela matéria prima que seria queimada ou jogada em aterros. (Alunos: Ana Beatriz Loureiro Gonçalves da Silva, Gustavo Luiz Xavier Rocha, Rodrigo dos Santos Cardoso, Thamires Beloni Moreira da Silva, Viviane Nascimento do Espírito Santo e Larson da Silva de Lemos)

Helpet: Linha de roupas pós-cirúrgica para cães que possui ergonomia, modelagens adaptáveis e grades adequadas à espécie, melhorando o bem-estar e a recuperação do animal, facilitando assim a vida do tutor. (Alunos: Thays Guimarães Pantaleão, Fernanda Victorino Dias e Caroliny de Araujo Teles)

HTex: Desenvolvimento de um produto que tem a capacidade de ser repelente a água e aos mosquitos, dando assim características únicas. (Alunas: Yla Grazielly Fogassa Haddad, Jhessica Sthephany Rocha do Nascimento e Stephanie Barrozo Neres)

Revert: Promove alternativas ecológicas para os excedentes têxteis de pequenas e médias empresas. Dentre os tecidos a serem recolhidos, está o algodão. Será realizado um tratamento bruto, desfibrilando e tecendo para formar outro tecido. Também serão agregados o poliéster e a poliamida, que receberão tratamento químico e injetando em moldes para confecção de aviamentos. (Alunas: Gabrielly Christiane da Silva Serrano, Yasmin Fernandes Cabral, Julia Rodrigues Santo Katag Los e Thais Carina Barreto Rosales)

Rubber Boom: Criação de um novo produto que busca proporcionar outro fim que não seja o lixo para os calçados. Rubb é a mistura de alguns polímeros com a sola descartada desses calçados virando assim uma liga polimérica que tem propriedades parecidas com as da borracha, porém com características melhoradas como a durabilidade, a maleabilidade e a dureza, além de possuir um menor preço, sendo bastante atrativo no mercado. (Alunos: Daniel Gomes Pereira, Matheus Campos Tenório de Souza, Raquel Rangel de Moraes Cunha e Jonathan Pereira Peixoto).

Confira mais imagens do evento aqui.

 

Vem aí o 1º Simpósio Brasileiro de Indústria Avançada: Confecção 4.0

O SENAI CETIQT lança em 2019 o 1º Simpósio Brasileiro de Indústria Avançada: Confecção 4.0. O evento promoverá o encontro entre especialistas nacionais e internacionais dos setores Têxtil e de Confecção, que irão realizar mesas de debates e palestras sobre os desafios e fases da implantação da Indústria 4.0 para o setor. Participe!

Data: 04/04/2019
Palestras e debates sobre a indústria 4.0 no setor têxtil e de confecção.
Local: Ceará

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